Porque jornalismo?

Porque jornalismo?

we heart it

Sempre fui aquela criança que adorava falar e as pessoas pediam para ficar quieta e aquela que se trancava no quarto para escrever textos e poesias. Me lembro como se fosse ontem tudo isso e me lembro também de sentar no sofá as 21 horas só para assistir jornal.

Dizem que criança ainda não sabe o significado das coisas que fazem, mas fazem por que acham divertido. Eu pegava uma mesa de madeira forrava ela com pano branco, aqueles de cozinha mesmo sabe, colocava papeis em branco na minha frente e imitava a Fátima Bernardes e ainda me apelidava com o nome dela.

Entrei em conflito comigo mesma quando cheguei aos meus 15 anos de idade, sempre pendi para o jornalismo, mas sou completamente fascinada por teatro e novelas, então queria ser atriz. Fiz diversos cursos na minha cidade. Quando completei 18 anos, no segundo ano do ensino médio, sim eu tinha 18 anos no segundo colegial, eu decidi que iria embora para São Paulo fazer interpretação para tv e fui. Se eu gostei? Foi a experiencia mais incrível que eu já tive na minha vida. Foi ai que eu tive o primeiro contato com câmeras de televisão, confesso que elas dão medo na primeira vez. 

E a partir dai que fiquei realmente em dúvida do que eu faria, ainda continuava escrevendo os meus textos, como sempre fiz e ainda faço, é um vício; mas também tinha o teatro que falava dentro de mim e foi ai que entrei em crise comigo mesmo. 

Prestei vestibular no ano passado, na primeira opção eu prestei para Jornalismo, segunda Teatro e terceira Radio e tv. Viram que tudo o que eu queria era estar em um meio de comunicação né? E foi quando eu passei em 7º lugar em jornalismo e foi ai que decidi.

Eu escrevo o tempo todo, adoro levar informações para as pessoas não importa do modo, falo até pelo cotovelo e amo uma câmera. 

Agora fazendo o curso eu não tenho dúvida sobre o que eu quero. No meu primeiro ano já tive uma conquista e tanto, fui para o Premio Jovem Jornalista do jornal Estado de São Paulo ( Estadão ) em parceria com o banco Santander. Quando nós fazemos aquilo que amamos o reconhecimento vem logo e só vem para provar que estamos no caminho certo.

A conclusão que eu tiro disso tudo? É que desde da minha infância eu já sabia o que eu queria para o resto da minha vida e que em brincadeiras inocentes de criança, como aquela de brincar de Fátima já dizia tudo o que se manifestou mais tarde em mim, a paixão pelo jornalismo. 

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